Empresa | Ciência do Ser | Clientes | Perguntas Frequentes | Contato  
 
 

Na ALIANTE quando criamos, desenvolvemos e aplicamos nossos programas de aprendizados sempre nos baseamos nos princípios e conceitos da Ciência do Ser. Acreditamos que qualquer oportunidade que reuníamos profissionais deve ser uma experiência com conteúdo e conceito, pois como o aprendizado é individual devemos estimular e capacitar as pessoas para que estejam preparadas para superadas os desafios em nosso dia-a-dia.

É curioso analisar a especificação que nos atribuímos: seres humanos, superiores na cadeia ambiental. Por que superiores? Por sermos racionais. Porque pensamos. Acostumada com esta "verdade", a maioria das pessoas valoriza o que se chamaria de "humano", isto é, o circunstancial, o periódico, o fugaz. Apenas o que não implica "esforço" do racional ou não tenha a ver com produção de riquezas é visto como atividade para o tempo livre.

Ao privilegiar a pressão como método de alcançar resultados e produtividade, a civilização moderna esqueceu-se da necessidade primordial do ser humano que é a evolução. Aliás, tal anseio não é particularidade humana, mas um imperativo da Natureza. A vantagem da espécie homo sapiens é poder fazer deste caminho uma evolução consciente, a partir de diversos processos particulares, como pequenas frentes de batalha que, somadas, configuram uma grande campanha.

Estas constatações começaram a me incomodar quando morava nos Estados Unidos, em 1992, numa época em que dividia meu cotidiano entre o tanque de lavar pratos de um restaurante de Boston e aulas de um curso de gerenciamento de marketing na Universidade de Harvard. Comecei a fazer anotações sobre o comportamento que eu deveria ter diante das circunstâncias da vida e a observar reações de outras pessoas em situações semelhantes às que vivi. Buscava referências do pensamento moderno, sem encontrar aquilo de que realmente necessitava para comprovar ou negar a viabilidade das minhas convicções.

Percebi que precisava aceitar o desafio de sistematizar aquelas idéias e enriquecê-las, avançar nas minhas reflexões a fim de contribuir para o homem ter percepção de totalidade, o poder da super-visão (o hífen serve, aqui, para não se confundir com a função empresarial). A super-visão é a propriedade que faz o ser humano vivenciar o "humano", sem deixar de olhar também para a essência do seu ser. Nascia aí o termo Ciência do Ser, filosofia que prega a necessidade de o homem buscar o aumento de sua produtividade dentro de princípios éticos. Os seres humanos estão a todo o tempo atrás de resultados na vida e a medida deste sucesso varia no tempo e no espaço. Mas pode-se dizer que a mais genérica destas medidas é a felicidade. Portanto, a Ciência do Ser entende o conceito "produtividade" de maneira mais ampla. Não na sua acepção puramente empresarial, mas no sentido de produzir resultados, na vida amorosa, familiar ou profissional. Toda ciência precisa de um método. Então, qual metodologia a Ciência do Ser deveria adotar para estudar o ser humano e propor caminhos para o aumento da sua produtividade? Concluí que tinha de começar este processo por mim, ser a minha própria cobaia, caso contrário não conseguiria convencer os outros.

Se a medida do sucesso é a felicidade, só é possível evoluir realizando sonhos. Daí surgiu a idéia da viagem-aprendizado. Uma viagem representa a ruptura do cotidiano. Fora dele, onde as variáveis de relacionamento e comportamento são conhecidas, a pessoa precisa intensificar seus instrumentos, lançar mão de suas qualidades e habilidades no sentido de encontrar soluções para os problemas novos. Por seu caráter intenso, a viagem é um microcosmo da vida, apresentando praticamente todas as situações com as quais lidamos no cotidiano dentro de um período determinado em que se conhece o começo e o fim.

E por que viagem-aprendizado? Porque implica um processo consciente. Não adianta viajar sem ter a percepção ligada para as diferenças. A idéia é fazer a pessoa ter ciência do ser humano, portanto deve ser cobaia dela mesma. Assim, propus-me um desafio: viajar sozinho gastando o mínimo possível. As dificuldades que surgissem seriam encaradas como meios de conhecer os limites, meus e daqueles com que seria forçado a conviver. A tônica seria viver sem medo de me expor ao desconhecido e aprender o máximo com as experiências. As reflexões que se seguem são o conjunto de tudo o que recolhi de importante nestas "investigações".

Primeiro, viajei por 24 países da Europa e Norte da África, gastando em média dez dólares por dia, focado no crescimento pessoal. O orçamento curto e a mochila nas costas eram os ingredientes ideais para me forçar a buscar soluções criativas para as dificuldades. Depois, meu desafio levou-me aos Estados Unidos, onde percorri os 3.917km da Route 66, em 66 dias, num esforço em que percebi a vantagem de se fazer um planejamento sobre até onde pretendemos chegar. Em seguida, meu objetivo foi Machu Picchu, que atingi pela trilha dos incas. No contato com essa civilização do passado, vivenciei uma forte experiência de espiritualidade e me aprofundei nas observações sobre o funcionamento dos grupos, como as pessoas se relacionam entre si. O comportamento de algumas pessoas me fascinou particularmente e decidi percorrer os mesmos caminhos do líder mais carismático da civilização ocidental, Jesus Cristo. Reconstituindo os passos de algumas passagens bíblicas, pude me aprofundar nas técnicas de liderança do homem que inspira até hoje a fé de bilhões de seres humanos.

Em todas estas andanças, tive contato com as mais diferentes culturas e modos de encarar a vida. Muitas pessoas contribuíram com atitudes e comentários para que elaborasse algumas das colocações desenvolvidas neste trabalho. Mas, sem dúvida, sou a grande "cobaia" deste projeto. Em ambientes tão diversos quanto desertos, cidades grandes ou sagradas, canyons, florestas, lugarejos, pude testar meus limites, rever conceitos e modificar comportamentos frente a situações difíceis ou inesperadas. Descobri, ainda, o quanto é fundamental para o homem lançar mão de todos os atributos a ele conferidos pela mente e pelo coração.

A Ciência do Ser é, ao mesmo tempo, uma filosofia que estuda o ser humano (por isso, ciência) e quer chamar a atenção dele para sua individualidade. Pretende fazê-lo tomar ciência de que ele é um ser humano e precisa agir e se relacionar como tal, dentro de princípios éticos. Entretanto, esta filosofia de vida não tem a pretensão de utilizar o rigor científico formal, pois as idéias e pesquisas baseiam-se em observação e percepção das reações humanas aos fatos e contingências, em cenários onde os fatores externos afetam o comportamento interno, levando-as a ter de optar entre perder o equilíbrio ou criar forças para vencer e atingir o objetivo principal - a felicidade. A observação, sempre que necessário, utilizou o apoio de fábulas, contos, frases, parábolas, metáforas, zen-taoísmo, pensadores gregos, mitologia, analogias, recorrendo à psicologia ou à psiquiatria, bem como a pensamentos positivos e a outras correntes de pensamento filosófico, entendido aqui como uma reflexão profunda a respeito das coisas simples da vida e não como um emaranhado de tratados etéreos versando sobre assuntos de interesse restrito.

Pude comprovar, através das vivências experimentadas, que o saber é concêntrico e retorna muitas vezes ao ponto de partida. Quando isso acontece, já carregamos uma bagagem de experiências acumuladas. É interessante constatar como gregos, romanos, povos medievais, europeus do século XIX ou chineses do século III atravessaram dilemas cotidianos semelhantes aos de hoje. O aprendizado mostrou-me que a história do homem não é um círculo vicioso, mas sim uma espiral que retoma determinados valores e mescla-os a outros novos para ir sempre adiante.

Arrisco chamar as viagens-aprendizado de aventuras porque elas me ensinaram que, por mais intelectuais que sejam nossos objetivos, as emoções sempre acham espaço vazio para ocupar. Em resumo, obtive sempre muito mais do que originalmente pretendia. Minhas experiências evidenciaram o conceito primordial da filosofia que proponho. Para ter ciência de si próprio, todo ser humano deve admitir uma verdade inexorável: o mundo está em constante mudança e o homem não foge à regra. Dentro dos parâmetros da Ciência do Ser, esta evolução pode e dever ser feita de maneira consciente. Porque, quanto maior o controle sobre o seu processo de evolução, maior o ganho de produtividade.

A Simbologia da Ciência do Ser


Os limites do ser humano são a base dos nossos estudos e a principal missão potencializar o desempenho fortalecendo sua vida pessoal e profissional.   O universo ao seu redor é o seu limite relacionado a 3 necessidades fundamentais: família, relacionamento afetivo e trabalho, que precisam estar em harmonia.

Entendi que a vida do ser humano é organizada em três vértices. O primeiro é familiar, o segundo, emocional e o terceiro, profissional. A felicidade plena só pode ser alcançada quando uma pessoa consegue produzir resultados satisfatórios neste três vértices. A evolução consciente é uma maneira de alertar para a esquizofrênica divisão, incentivada pela sociedade, entre cidadão e profissional além de justificar a defesa de princípios éticos.

O processo de evolução tem mais a ver com aprendizado, aprimoramento, competência, determinação, senso de oportunidade e não corrupção, competição doentia. Crescer significa desenvolver a capacidade de percepção e racionalizar como atuar de maneira adequada e eficaz. Não se deve esquecer, que o cidadão e o profissional são uma só pessoa. Suas atitudes, tanto no trabalho como na vida pessoal, são, portanto, dirigidas pelo mesmo conjunto de princípios que modelam a totalidade do seu caráter. Isso assume importância maior ao se constatar que os modernos especialistas em administração têm hoje como incontestável a elaboração de que os fatores determinantes para a eficácia de uma empresa e para a definição de seus resultados estão estreitamente relacionados aos valores e modos de pensar e agir dos funcionários que a integram.

Assim, a preocupação constante nos estudos da Ciência do Ser relatados nos livros de viagem-aprendizado e uma grande reflexão foi a de tentar ajudar as pessoas a encontrar meios de se sentirem felizes e realizadas por intermédio das organizações, associações e grupos com os quais se relaciona, e, sobretudo, dela mesma, porque, em última análise, a busca da harmonia, do equilíbrio emocional e da auto-estima é individual e intransferível. Não se trata de formular um pensamento individualista e sim individual, pois o resgate do bem-estar de um somado ao bem-estar de outros talvez seja a grande alavanca de mudança para se construir uma sociedade produtiva, digna e mais feliz.

A retomada deste humano que não seja um mero número de registro civil, mas um indivíduo com família, ambições, desejos e objetivos, ou seja, que tem o direito de dar um sentido à sua existência, compreende integrar ao conceito os valores do ser. Esta é uma tarefa que cabe a todas as organizações sociais. Não há como insistir em considerar o cumprimento rígido de carga horária, e o aumento da produção e eficiência como aspectos independentes da vida pessoal. Eles estão intrinsecamente ligados ao grau de satisfação interna da cada um. As instituições empresariais que atentarem para esta realidade conseguirão uma otimização do rendimento dos seus membros muito maior do que a obtida com as modalidades comuns de pressão.

O ser humano não é uma entidade etérea, vaga. Ser humano é você, sou eu e todos que nos cercam. Portanto, se somos uma espécie inteligente e queremos nos preservar, devemos ir ao cerne da questão: compreender que a felicidade de cada indivíduo constitui a felicidade da espécie como um todo. Este é o caminho concreto, o desafio. Logo, é intenção desta filosofia esforçar-se para identificar quais são os instrumentos e armas necessários a cada um nesta missão. A felicidade não é um objetivo fácil e obriga a mudanças às vezes radicais. Trata-se de uma jornada de autoconhecimento, de aperfeiçoar práticas, de alterar comportamentos e atitudes.

Partindo desse raciocínio, fica a constatação da necessidade de estimular a Evolução Consciente, quase um pressuposto da existência. Quem evolui, o faz para chegar a algum lugar, à felicidade. O meio de atingi-la é através de uma Revolução Humana. O grande efeito multiplicador desta modalidade de pensar um indivíduo renovado, integral, realizado na família, no afeto e no setor profissional, está na possibilidade de converter os renitentes. Assim, os disseminadores da Ciência do Ser, têm de refletir quanto à viabilidade de forçar um processo de transformação deles. O método escolhido deve envolver o uso da razão, do coração e do sentimento. É necessário buscar o que há de bom dentro de cada um, a fim de mostrar-lhes como é proveitosa a trilha da própria evolução.

Devido à extrema capacidade de transformação do mundo, a Ciência do Ser não tem a presunção de esgotar todas as respostas para todos os dilemas fundamentais. As conclusões apresentadas são apenas o pontapé inicial para novas pesquisas. Mais do que um centro de respostas e conclusões, a Ciência do Ser é uma grande geradora de perguntas. Só entende o mundo quem estiver preparado para começar de novo.

Sergio Motta
Consultor e Diretor da ALIANTE



Empresa  |  Ciência do Ser  |  Clientes  |  Perguntas Frequentes  |  Contato  |  Vídeos  |  Fotos  |  Briefing Online  |  Programas Associados
P.A.T.I. - Rei Arthur  |  Programas Corporativos  |  Experience Total  |  Games Interativos  |  Jogos de Negócio  |  Palestras  |  Viagens de Incentivo
Copyright 2007 - Todos os direitos reservados